Castelos De Helena Nas Histórias Em Redes: O Livro Minha Vida De Menina Em Roteiro Histórico Turístico
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O artigo “Castelos de Helena nas histórias em redes: o livro Minha Vida de Menina em roteiro histórico turístico” nos convida a fazer exatamente isso. Escrito por Vitória Azevedo da Fonseca e Andreza da Conceição Souza , o texto detalha a criação de um roteiro turístico inovador que transforma a cidade em um livro aberto, integrando o projeto Histórias em Redes.
Você já imaginou caminhar pelas ruas de Diamantina e enxergar a cidade através dos olhos de uma adolescente do século XIX?
Inspirado no famoso diário da jovem Helena Morley , o percurso conecta os espaços urbanos atuais às memórias, aos desafios e aos sonhos vividos pela protagonista entre 1893 e 1895. Mais do que um passeio convencional, a proposta é uma imersão ativa na história, política e cultura locais, guiada por 12 pontos de parada.
Ficou curioso?
Convidamos você a ler o artigo completo para descobrir como literatura e patrimônio se encontram nas ladeiras de Diamantina. Depois da leitura, venha explorar de perto o roteiro “Castelos de Helena” e prepare-se para uma jornada onde o passado e o presente caminham lado a lado!
Caminhar. Percorrer. Discorrer. Transcorrer: A rua como espaço formativo a partir do projeto Histórias em Redes
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Este artigo oferece uma fundamentação teórica que associa o ato de caminhar no ambiente urbano a processos de aprendizagem, sustentando que o corpo em movimento é um elemento central para desencadear experiências cognitivas e afetivas. Ao dialogar com as ideias de Lefebvre e Harvey sobre o “direito à cidade”, o texto discute como o espaço público tem sido frequentemente reduzido a um local de consumo e mercantilização, o que pode limitar a circulação e o sentimento de pertencimento de diversos grupos sociais. A contribuição do trabalho reside em sugerir que, ao assumir um “olhar turista” sobre o próprio território, os estudantes podem vivenciar um processo de descolonização de suas percepções cotidianas, saindo da passividade da sala de aula para uma interação mais direta com a realidade física e histórica da cidade.
No plano prático, o texto relata a experiência do projeto “Histórias em Redes” na UFVJM, que utiliza dispositivos móveis para disponibilizar pesquisas historiográficas em roteiros temáticos pelas ruas de Diamantina. Por meio de trajetos como “Castelos de Helena” ou “Isidoro: entre becos e bocas”, o projeto experimenta formas de apresentar múltiplas camadas narrativas que buscam evitar o “perigo da história única” e tornar o passado mais assimilável através da ocupação física do espaço. Essa iniciativa busca fortalecer a função educadora da cidade, incentivando que crianças e jovens ocupem o espaço público não apenas como transeuntes, mas como sujeitos que participam ativamente da interpretação e construção da memória local.
