Orador popular de fala fluida e postura “pernóstica”, era frequentemente visto encostado nos balcões de tavernas para conseguir restos de bebida. Sua popularidade vinha de sua astúcia em evitar a polícia, fingindo-se de vendedor de abóboras (sempre a mesma fruta podre) para justificar sua circulação pelas ruas sem ser preso por vadiagem. Estava morto à época do texto (1931), tendo falecido na Santa Casa após um período de regeneração.
“…esse sujeito… não passa de um moleque pernostico que se popularizou pela anthipathia.”
(FERNANDES, Augusto. Typos populares de Diamantina, 1931, p. 69. Link: https://historiasemredes.com/referencia/fernandes-augusto-tipos-populares-de-diamantina-1931/)



